Para perceber a realidade do nosso Concelho basta, por exemplo, fazer uma breve e simples analise a vários documentos publicados pelo INE. Vila Velha de Ródão tem vindo, ano após ano, a apresentar os maiores decréscimos das taxas de crescimento natural, maiores taxas de envelhecimento e um valor elevado do indicador de concentração das 4 maiores empresas locais, o que sugere uma forte dependência da dinâmica da economia local.
É ainda importante salientar que estes valores são a soma das políticas aplicadas ao longo de vários anos, não só dos últimos 4 anos, muito menos dos últimos 8.
Para contrariar estas tendências é importante fixar jovens e para tal é importante dinamizar, desenvolver e tornar atractivo o conselho. Á semelhança do que acontece em alguns conselhos é importante aplicar medidas rapidamente, de uma maneira directa ou indirecta, que sejam incentivadoras á fixação da população e outras que contribuam para um aumento progressivo da taxa de natalidade.
Outro aspecto importante e que neste caso visa desenvolver o conselho é a aposta incondicional no sector do Turismo. O nosso conselho tem uma riqueza natural invejável, o Turismo em Vila Velha de Ródão jamais poderá ser uma aposta exclusiva de privados. Se isso acontecer será um grande erro. O Turismo pode, deve e têm de ser uma aposta da Câmara Municipal. Pois se o Turismo for desenvolvido outras actividades económicas tem forte probabilidade de se desenvolver automaticamente. É o caso da, hotelaria, restauração e outro sector importante e com bastante potencial em Vila Velha de Ródão: os produtos tradicionais e regionais. Não nos podemos esquecer que estas pequenas empresas garantem emprego em Vila Velha de Ródão e também dão a conhecer o nosso conselho através da qualidade dos seus produtos, o que por si só acaba também por ajudar o Turismo. Teoricamente temos aqui representado o efeito “bola de neve”, o que neste caso e bem analisadas as coisas, não é uma realidade difícil de alcançar antes pelo contrário.
O CDS-PP, ao contrário de outros partidos, não irá entrar no jogo de promessas eleitorais, nem aos trabalhadores municipais, que já têm os seus direitos garantidos constitucionalmente, logo prometer aquilo que estes já têm direito é completamente descabido, nem aos seus munícipes. O CDS-PP promete unicamente lutar por Vila Velha de Ródão, que tem sido completamente esquecido pelos partidos que têm governado o conselho ao longo dos tempos.
Esta serão as nossas principais apostas e prioridades, pois dada a situação do conselho, são as que consideramos realizáveis e que com maior certeza irão ajudar a desenvolver a Vila Velha de Ródão.
CDS-PP, Gonçalo Fernandes
29 setembro 2009
20 setembro 2009
Acima de tudo, Vila Velha de Ródão.
Caros amigos,
Os artigos da Constituição da República Portuguesa foram aqui enunciados por uma razão muito simples e muito importante: lembrar a todos aqueles que, obviamente, têm tentado ignorá-los e que de alguma forma pensam que possuem e se regem por uma “constituição própria”.
Esta algo semelhante á que foi derrubada há alguns anos e que, nos dias que correm, de uma forma muito estranha, tenta proliferar na nossa sociedade.
Vila Velha de Ródão, hoje, não tem conseguido escapar a esta tendência, infelizmente. O que não significa que, amanhã, esteja forçosamente condenada a esta triste realidade.
Somos poucos, cada vez menos e lamentavelmente ainda mais divididos. E em nome de quê? Ou de quem? Algo incompreensível, pois se os dados ligados ao desenvolvimento, quer económico quer social, forem rigorosamente analisados, podemos constatar que os mesmos têm caído a pique ao longo dos últimos anos. Independentemente da cor política que tem “governado” a nossa Vila. Pois independentemente dessa cor política, as políticas aplicadas têm sido tendencialmente as mesmas, e como se constata, nenhuma delas ajudou a desenvolver Vila Velha de Ródão, muito pelo contrário.
O CDS-PP lutará acima da tudo por Vila Velha de Ródão, pelo seu desenvolvimento e prosperidade. Pelas suas Pessoas, independentemente das ideologias de cada um. Porque o valor, quer profissional quer humano, de cada indivíduo, jamais deverá ser deteriorado devido a uma "qualquer bandeira” .
CDS-PP, Gonçalo Fernandes
Os artigos da Constituição da República Portuguesa foram aqui enunciados por uma razão muito simples e muito importante: lembrar a todos aqueles que, obviamente, têm tentado ignorá-los e que de alguma forma pensam que possuem e se regem por uma “constituição própria”.
Esta algo semelhante á que foi derrubada há alguns anos e que, nos dias que correm, de uma forma muito estranha, tenta proliferar na nossa sociedade.
Vila Velha de Ródão, hoje, não tem conseguido escapar a esta tendência, infelizmente. O que não significa que, amanhã, esteja forçosamente condenada a esta triste realidade.
Somos poucos, cada vez menos e lamentavelmente ainda mais divididos. E em nome de quê? Ou de quem? Algo incompreensível, pois se os dados ligados ao desenvolvimento, quer económico quer social, forem rigorosamente analisados, podemos constatar que os mesmos têm caído a pique ao longo dos últimos anos. Independentemente da cor política que tem “governado” a nossa Vila. Pois independentemente dessa cor política, as políticas aplicadas têm sido tendencialmente as mesmas, e como se constata, nenhuma delas ajudou a desenvolver Vila Velha de Ródão, muito pelo contrário.
O CDS-PP lutará acima da tudo por Vila Velha de Ródão, pelo seu desenvolvimento e prosperidade. Pelas suas Pessoas, independentemente das ideologias de cada um. Porque o valor, quer profissional quer humano, de cada indivíduo, jamais deverá ser deteriorado devido a uma "qualquer bandeira” .
CDS-PP, Gonçalo Fernandes
“… a intolerância é em si uma forma de violência e um obstáculo ao desenvolvimento do verdadeiro espírito democrático …” - Mahatma Gandhi
Constituição da República Portuguesa
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Princípios fundamentais
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Artigo 1.º
República Portuguesa
Portugal é uma República soberana, baseada na dignidade da pessoa humana e na vontade popular e empenhada na construção de uma sociedade livre, justa e solidária.
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Artigo 2.º
Estado de direito democrático
A República Portuguesa é um Estado de direito democrático, baseado na soberania popular, no pluralismo de expressão e organização política democráticas, no respeito e na garantia de efectivação dos direitos e liberdades fundamentais e na separação e interdependência de poderes, visando a realização da democracia económica, social e cultural e o aprofundamento da democracia participativa.
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PARTE I
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PARTE I
Direitos e deveres fundamentais
TÍTULO I
Princípios gerais
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Artigo 13.º
Princípio da igualdade
1. Todos os cidadãos têm a mesma dignidade social e são iguais perante a lei.
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2. Ninguém pode ser privilegiado, beneficiado, prejudicado, privado de qualquer direito ou isento de qualquer dever em razão de ascendência, sexo, raça, língua, território de origem, religião, convicções políticas ou ideológicas, instrução, situação económica, condição social ou orientação sexual.
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Assembleia da Républica, 20-09-2009 http://www.parlamento.pt/Legislacao/Paginas/ConstituicaoRepublicaPortuguesa.aspx
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